Luz azul pode danificar a visão

Pessoas inseridas na vida moderna, submetidas à iluminação de telas de tevê, computadores, smartphones e lâmpadas Led’s  que emitem luz azul, gradativamente podem degenerar a visão ou mesmo serem conduzidas a reações involuntárias em seu comportamento, como retardar o sono e, por consequência, provocar a estafa.
Estudos recentes apontam que a exposição excessiva da luz “fria” antecipa as doenças visuais e comprometem as funções oculares, danificando a retina do olho, sobretudo, em horário noturno e em crianças. A prevenção a partir de emprego de filtros em aparelhos eletrônicos, lentes de óculos especiais ou a simples consulta com técnicos em ópticas podem minimizar os efeitos.
Se já era sabido que a exposição próxima e contínua da iluminação de aparelhos de televisão poderia ser prejudicial, atualmente, com o uso de celulares em uma distância visual ainda menor potencializa o dano aos olhos. Para a professora e diretora técnica do Sindióptica RS, Patrícia Fichtner Milan Rödel (foto) uma distância visual para uma tela de smartphone em 40 cm para adultos é considerada temerária. Na fase infantil o risco aumenta, uma vez que se encurta esta distância para 25 cm e a intensidade de luz aumenta. “Uma criança está exposta quatro vezes mais nesta circunstância, podendo provocar a degeneração macular e a perda progressiva da visão central, comum em pessoas acima de 60 anos”, aponta. Outro fator de risco está na exposição de luz fria no ambiente de convívio. A iluminação residencial ou de trabalho, que no passado era a partir de lâmpada incandescente – passando atualmente para Led –, ainda que possibilita um custo menor, emite uma quantidade muito maior de luz azul, causando um dano irreversível no fundo do olho, justamente na retina. “Agora estamos expostos à luz além das 12 horas normais, também à noite. Com isso, as doenças que ocasionalmente ocorrem em idosos, podem ser antecipadas se não houver a prevenção”, alerta Patrícia.
A maior distância das telas de aparelhos emissores de luz azul, o tempo de exposição, a escolha correta do tipo de lâmpadas – preferencialmente para luzes mais amareladas e não tão brancas – e o uso de aplicativos em aparelhos  como celulares ou tablet’s com filtros especiais, além de uso óculos adaptados para este tipo de espectro de iluminação, com lentes planas sem nenhum grau, são algumas das recomendações da diretora.

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